terça-feira, março 28, 2006

Segue segue segue...

...apanha com uma manif de 1 milhão numa semana NUM BIRA, apanha com outra de 3 milhões na semana seguinte (como já não se via há 20 anos) NUM BIRA...mas será que este sacana não se cansa? É que pelos vistos, a sua entourage já começa a estar farta de tanta teimosia. O ilustre Sarkozy está numa de cultivar a sua indiferença (pudera já está com o olho nas Presidenciais 2007) que, de resto, nada tem de indiferença pois já fez questão de evocar a utilidade de "esperar que as negociações terminem, antes de qualquer iniciativa de aplicação do CPE" tendo também apelado à suspensão da lei e à abertura das negociações. Só é pena que o tenha feito "nas costas" do PM! (Sabidão!)
Entretanto, Dominique de Villepin continua a sua rota (sabe-se lá para onde) martelando o mesmo discurso que se tem vindo a ouvir nas últimas semanas, ou seja, "negociações só depois da aprovação da lei" (o que o vai deixando cada vez mais isolado). O que vale é que os sindicatos também mantêm a sua rota (firmes e hirtos) e já agendaram nova manifestação para dia 4 de Abril (que, a ver pela mobilização registada, será ainda maior que a de ontem!), mantendo a promessa de o fazerem todas as semanas!
Outro dos pontos para o qual gostaria de chamar a atenção é o tratamento (quase nulo) que os jornais e TV em Portugal têm dado a este assunto! Para além de darem pouca ou nenhuma informação, têm "focado" apenas o que lhes interessa! Serei eu que estou desatento ou há razões para estarmos de pé atrás?

2 comentários:

O Raio disse...

"Outro dos pontos para o qual gostaria de chamar a atenção é o tratamento (quase nulo) que os jornais e TV em Portugal têm dado a este assunto! Para além de darem pouca ou nenhuma informação, têm "focado" apenas o que lhes interessa! Serei eu que estou desatento ou há razões para estarmos de pé atrás?"

Isto é tudo muito curioso. Fartam-se de falar que estamos na Europa, a integração europeia é uma prioridade para Portugal, etc., etc.

Mas depois nada, não há de uma forma geral notícias sobre o que é que acontece no resto da Europa, excepto aquelas que interessam ao Grande Poder Europeu.

Não duvido que se um grupo de manifestantes francesses matasse uma criancinha, mesmo que por acidente, essa notícia daria para abrir telejornais.

Assim, nada...

Biranta disse...

Segundo as "ideias feitas", "modernas" com que entulham a cabeça das pessoas, de que nos querem ver reféns, o prestígio desta gente (governantes) mede-se pelo número de medidas impopulares (mas necessárias - não dizem é a quem) e pela capacidade de "não ceder à pressão das ruas" (sic)... tudo reaccionarices do pior, comportamentos facistas e nazis.

Quanto ao comportamento da comunicação social, igualmente implicada, peço licença para divulgar isto, para conhecimento dos visitantes:

As televisões portuguesas (e os outros órgãos de comunicação social) têm vindo a censurar documentários e entrevistas passados na CNN e na Fox News. Porque é que as estações nacionais escondem aquilo que os cidadãos americanos têm vindo a saber?
Por isso, para furar este cerco de censura, absurdo, deixo-vos com este artigo, publicado em:
http://sociocracia.blogspot.com ou em:
http://paramimtantofaz.blogspot.com/ e em:
http://wwweditorial.blogspot.com/

(se outros houver outras reproduções, solicito que me informem)

Que confiança podemos ter nas "nossas" notícias, quando nos ocultam factos destes? Que crédito nos podem merecer os nossos meios de comunicação?
Ajudem a furar este cerco censório, que faz de nós um país atrasado, um país do terceiro mundo, sujeito a uma ditadura absurda, controlada por Washington... mais até do que a própria América, divulguem esta mensagem, por favor!

Na semana passada, o actor norte-americano Charlie Sheen (do filme Platoon – Os Bravos do Pelotão, Wall Street) colocou a carreira em risco ao dar duas entrevistas ao activista Alex Jones, nas quais pôs em causa a versão oficial dos atentados de 11 de Setembro de 2001.

Foi desta forma que ele se juntou a um grupo de centenas de personalidades que, nos últimos quatro anos e meio, têm vindo a público afirmar que a versão oficial não só é implausível como impossível, chegando a violar as próprias Leis da Física.

Este grupo inclui Andreas Von Bülow, antigo ministro da Defesa e da Tecnologia da Alemanha e ex-director dos Serviços Secretos Alemães;

Michael Meacher, ex-ministro do Ambiente do governo britânico de Tony Blair;

Ray McGovern, antigo conselheiro presidencial e ex-analista da CIA;

Paul Craig Roberts, Secretário do Tesouro durante o mandato do ex-presidente norte-americano Ronald Reagan e pai da sua política económica;

Robert Bowman, antigo director do Programa de Defesa Espacial Star Wars e ex-coronel da Força Aérea dos EUA;

Steven Jones, Professor de Física da Universidade de Brigham;

David Shayler, ex-oficial do MI5, os serviços secretos britânicos;

Morgan Reynolds, Professor catedrático da Universidade A&M do Texas que integrou o governo do actual presidente norte-americano George W. Bush durante o seu primeiro mandato, e muitos, muitos outros.

No entanto Charlie Sheen fez na semana passada o que ilustres investigadores, professores catedráticos e ex-ministros não conseguiram durante quase cinco anos: furar a censura e conseguir algum tempo de antena num programa da CNN, que transmitiu as suas declarações e expôs milhões de pessoas a factos sobre o 11 de Setembro que têm sido permanentemente ocultados.

Para ler mais e aceder aos links, consultar um dos blogues referidos