Há quem teime em denominar o movimento de compromisso Portugal mas parece-me claro que este é o movimento da treta, um movimento com as propostas e queixumes habituais da direita.
É preciso flexibilidade laboral, a culpa é do Estado...enfim, miúdos mimados que se pudessem faziam uma vasectomia ao pai só para não terem de dividir nada com um futuro irmão.
Bem, mas vamos lá ver o que estes putos nos oferecem:
- revisão séria da Constituição da República, de modo a que esta deixe de colidir com as formas de contratação que as modernas relações económicas internacionais exigem.
-admitir a partir de 2006 a rescisão por iniciativa do empregador, com a contrapartida de uma indemnização crescente consoante a idade e o número de anos de casa do trabalhador.
- declaração de princípios na responsabilidade de gestores
- proposta de quebra do sigilo bancário mas com vigilância apertada para quem acede aos dados
Acho que basta ler as propostas para perceber porque é que este país não está na berra em termos de empresas e gestão. Ora vejamos algumas ideias:
- Propõe a alteração da constituição para flexibilizar o regime laboral mas depois anunciam uma "declaração de princípios" para a responsabilidade dos gestores, ou seja naquilo que afecta aos direitos laborais faça-se lei, naquilo que afecta à responsabilidade os gestores escreve-se uns rascunhos e logo se vê.
- Falam em flexibilidade laboral e depois cheios de "boa vontade" anunciam vantagens para quem tenha "muitos anos de casa"...acho que nem preciso de dizer mais nada. Além disso por iniciativa do empregador o que é salutar, por acaso, já agora, também gostava de um regime laboral em que os trabalhadores estipulassem os seus salários, também me parece boa ideia. Ou seja, estas medidas são excelentes para manter os mais velhos no desemprego e desincentivar o empregador a ter trabalhadores por longos períodos, visto que se por alguma razão os quiser despedir vai ter mais encargos do que com um trabalhador novo e sem emprego estável.
- A proposta de quebra do sigilo bancário até me agrada (é um das minhas principais causas) mas, claro, se aprofundarmos um bocadinho percebemos que é fogo de vista, estes preconizam este mecanismo num sistema em que quem investiga é o principal suspeito, além disso já oiço isto há muito tempo e já sei que nunca vai chegar aos off-shores ou até que vá chegar a lado algum.
O compromisso Portugal é assim um compromisso da treta de uns desiludidos com o 25 de Abril e que não podem nem sequer com as poucas responsabilidades que têm para com a sociedade, esperam tudo da sociedade civil e não querem retribuir com nada. São miúdos mimados que nunca cresceram, só que agora querem brincar com os direitos e liberdades das pessoas...
segunda-feira, setembro 25, 2006
sábado, setembro 23, 2006
Thank you very nice!
O João já assinalou a efeméride mas apeteceu-me postar as estatísticas que fizeram com que atingíssemos as 10.000 visitas em 7 meses e meio.
Quero apenas deixar uma palavra de agradecimento a quem por aqui passou, comentou e se deu ao trabalho de nos aturar! Já agora, agradeço também aos ex-postadores Joana e Pedro que durante alguns meses nos acompanharam! Finalmente, agradeço ao João e a mim próprio pelas horas que aqui passámos a postar, a comentar e a discutir com os que o quiseram fazer!
Venham mais 10.000!
Quero apenas deixar uma palavra de agradecimento a quem por aqui passou, comentou e se deu ao trabalho de nos aturar! Já agora, agradeço também aos ex-postadores Joana e Pedro que durante alguns meses nos acompanharam! Finalmente, agradeço ao João e a mim próprio pelas horas que aqui passámos a postar, a comentar e a discutir com os que o quiseram fazer!
Venham mais 10.000!
10000
Este blogue congratula-se pelo facto de ter recebido 10000 visitas e congratula-se a si mesmo e a mais ninguém. As visitas deste blogue são na esmagadora maioria dos seus autores, por isso, obrigado Rui e obrigado a mim.
sábado, setembro 16, 2006
Nova fórmula ecuménica "Ratzinguiana"
Basicamente os novos postulados do ecumenismo aconselham de forma veemente a menosprezar o Deus de outra religião, isto tem um efeito de extrema importância e que basicamente resume-se na reunião dos entusiastas desse mesmo Deus à volta de uma fogueirinha. Enfim, o convívio...à volta da fogueira, tipo escuteiros.
Já agora, tenho uma proposta ecuménica a fazer, basicamente consiste em reunir os líderes de todas religiões e cada líder religioso opinaria sobre todas as religiões menos a sua, aliás posso fazer aqui uma antevisão da argumentação sólida e troca de pontos de vista salutar:
- O seu Deus é mau
- Não, o seu é que é
- Olha-me este, concepção imaculada, só se usaram guardanapos
- É imaculada quando comparada com o sangue que jorra dos vossos suicidas
- Epá e tu que não dizes nada, o teu Deus é um badocha e vê lá se começas andar à porrada que essa treta pacifista não engana ninguém vocês fumam daquelas coisas que nós fazemos no Afeganistão
- OMMMMMM
- Epá vocês estejam calados que vocês não estiveram nas camaras de gás, nós é que somos os escolhidos
- Pois, por isso é que foram escolhidos para as câmaras de gás...Eheheh
- Eheheh
- OMMMMMM
- Vocês e o vosso tretagrama...
Legenda:
Budismo
Cristianismo
Judaísmo
Islamismo
quinta-feira, setembro 14, 2006
O pacto dos justiceiros
Este pacto da justiça entre PS e PSD mais parece uma jantarada de mafiosos à porta fechada.
Aliás tenho relatos de fonte segura....cof cof
Vito: "Hey Tony did you hear something about corrutpion?"
Tony: "Corruption? I never heard nothing about corruption, I don't even know what corrution is Vito."
Vito: "You know something, we gotta "clean" Cravinho, is making to many questions. The bastard come here with some weird propositions about fighting corruption, I'm telling you we gotta give this guy some "rest"."
Ou seja aonde é que eu quero chegar, pois claro é que o Vito e Tony nunca se iriam reunir para discutir como combater o crime e corrupção, logo o PS e PSD também não. A corrupção é como a tradição de Barrancos, deplorável em todos os aspectos éticos e no entanto está enraizado no "ser português", e não se pode perder tal hábito, era uma tristeza perder as tradições desta terra.
A corrupção é um mal visceral das terras lusas ao ponto de termos legislação complacente com tal acto, basta dizer que levantar o sigilo bancário é mais difícil que levantar o menir de Obélix, relembre-se como o governo de Durão Barroso "limpou" a equipa que lançou o caso apito dourado e atente-se no teor das escutas do mesmo caso e como estas foram consideradas insuficientes. A corrupção é o modo de vida de quem não quer prestar um serviço condigno à sociedade, de quem descobriu a complacência do Estado perante esta forma de acumulação de capital. As autarquias são veículos para quem sonha através de um orgão público relançar o seu negócio.
Agora perante tudo isto encaixe-se o discurso da meritocracia, de tanto agrado na direita, e veja-se que na realidade é precisamente a negação da meritocracia que está em causa. De referir que a conjuntura de desemprego é bastante propícia à corrupção, basta pensar que é arma para uns e desespero para outros...
terça-feira, setembro 12, 2006
O verdadeiro 11 de Setembro
Apenas consigo assinalar um 11 de Setembro e esse é o do golpe de Estado no Chile, o outro ainda é nebulosa em que houve vítimas inocentes e ao que parece o 11 de Setembro ainda há-de ser prova de que a administração Bush até gosta de terroristas.
Loose Change não é um documentário surpreendente é apenas uma estalada no entorpecimento mundial, o acordar para a mais dura das realidades, e a realidade além de outras que podem vir a emergir é que os atentados ao WTC são uma espécie de arrastão mundial, os culpados já estavam traçados...
Aquilo que o documentário parece ter como prova inequívoca é que não há dados suficientes para se dizer que estão apurados os culpados, isto porque a investigação pode estar simplesmente estar a ser levada a cabo pelos culpados. Nada na investigação bate certo, tudo que vem a seguir ao 11 de Setembro assombra ainda mais a possibilidade de o próprio governo ser agente agressor. Aquilo que posso hoje assinalar é aquilo que parece ser verdade e isso cinge-se às vítimas di 11 de Setembro e ao golpe de Estado no Chile (patrocinado pelos E.U.A.)
Loose Change não é um documentário surpreendente é apenas uma estalada no entorpecimento mundial, o acordar para a mais dura das realidades, e a realidade além de outras que podem vir a emergir é que os atentados ao WTC são uma espécie de arrastão mundial, os culpados já estavam traçados...
Aquilo que o documentário parece ter como prova inequívoca é que não há dados suficientes para se dizer que estão apurados os culpados, isto porque a investigação pode estar simplesmente estar a ser levada a cabo pelos culpados. Nada na investigação bate certo, tudo que vem a seguir ao 11 de Setembro assombra ainda mais a possibilidade de o próprio governo ser agente agressor. Aquilo que posso hoje assinalar é aquilo que parece ser verdade e isso cinge-se às vítimas di 11 de Setembro e ao golpe de Estado no Chile (patrocinado pelos E.U.A.)
sábado, setembro 09, 2006
Subscrevo inteiramente!
Visto que a preguiça continua a proliferar nas cabeças dos membros deste blog (ou pelo menos na minha) achei por bem dar um pontapé no marasmo! Tudo isto faria muito sentido se eu publicasse um texto meu MAS, em vez disso, (que já está muito visto) resolvi "plagiar" um dos textos da edição online do DN!
Boa leitura e aproveitem o resto do fim-de-semana!
São as notícias, estúpido!
João Miguel Tavares
A melhor forma que o Expresso arranjou, no último sábado, para mostrar pela primeira vez a sua nova cara foi pespegar com uma foto gigantesca de Francisco Pinto Balsemão na primeira página a ler a versão reformulada do semanário. A intenção deve ter sido óptima, e a hermenêutica profunda - ali, espalmada, a ligação entre o velho e o novo, o passado e o presente, com Balsemão a avalizar a transição com um sorriso de sete dentes brancos. Infelizmente, um patrão é um patrão, e só em Portugal é que existe esta mania de os enfiar nas primeiras páginas. Se não se acarinhasse mais a vaidade do que o dinheiro, perceber-se-ia que tais veniazinhas provincianas prejudicam o negócio: os jornais só sobrevivem com uma imagem de independência dos poderes, incluindo o do principal accionista. Pode não ser assim na realidade, mas, como se costuma aprender nas boas famílias, convém manter as aparências. Ora, para quem se queria mostrar rejuvenescido e imaginativo, aquela foto é um tiro no pé. Vem assinada por Ana Baião, mas o fotógrafo poderia ter sido José António Saraiva.
A chegada do Sol, o fim de O Independente e a revolução do Expresso representam o maior abanão na imprensa portuguesa dos últimos 15 anos, mas temo bem que o rumo continue por traçar. O Expresso e a sua reformulação gráfica são um bom exemplo de como se valoriza o acessório para não ter de encarar o essencial. O líder do mercado garante que esta é a maior mudança da sua história, mas o que promete ele? "Letra maior", "mais espaço entre linhas", "focos de informação directa e clara", "maiores fotografias", tudo isto em prol de um jornal "mais cómodo", "útil" e "alegre", três adjectivos que têm feito mais mal à imprensa do que a kriptonite ao Super-Homem. As reformulações gráficas transformaram-se na grande panaceia do jornalismo português. Mas, de um modo geral, elas só mascaram a falta de ideias editoriais. De nada servem cabeçalhos novos com velhos hábitos. O que faz falta em Portugal não são jornais mais bonitos. O que faz falta - muita falta - são jornais melhores.
Boa leitura e aproveitem o resto do fim-de-semana!
São as notícias, estúpido!
João Miguel Tavares
A melhor forma que o Expresso arranjou, no último sábado, para mostrar pela primeira vez a sua nova cara foi pespegar com uma foto gigantesca de Francisco Pinto Balsemão na primeira página a ler a versão reformulada do semanário. A intenção deve ter sido óptima, e a hermenêutica profunda - ali, espalmada, a ligação entre o velho e o novo, o passado e o presente, com Balsemão a avalizar a transição com um sorriso de sete dentes brancos. Infelizmente, um patrão é um patrão, e só em Portugal é que existe esta mania de os enfiar nas primeiras páginas. Se não se acarinhasse mais a vaidade do que o dinheiro, perceber-se-ia que tais veniazinhas provincianas prejudicam o negócio: os jornais só sobrevivem com uma imagem de independência dos poderes, incluindo o do principal accionista. Pode não ser assim na realidade, mas, como se costuma aprender nas boas famílias, convém manter as aparências. Ora, para quem se queria mostrar rejuvenescido e imaginativo, aquela foto é um tiro no pé. Vem assinada por Ana Baião, mas o fotógrafo poderia ter sido José António Saraiva.
A chegada do Sol, o fim de O Independente e a revolução do Expresso representam o maior abanão na imprensa portuguesa dos últimos 15 anos, mas temo bem que o rumo continue por traçar. O Expresso e a sua reformulação gráfica são um bom exemplo de como se valoriza o acessório para não ter de encarar o essencial. O líder do mercado garante que esta é a maior mudança da sua história, mas o que promete ele? "Letra maior", "mais espaço entre linhas", "focos de informação directa e clara", "maiores fotografias", tudo isto em prol de um jornal "mais cómodo", "útil" e "alegre", três adjectivos que têm feito mais mal à imprensa do que a kriptonite ao Super-Homem. As reformulações gráficas transformaram-se na grande panaceia do jornalismo português. Mas, de um modo geral, elas só mascaram a falta de ideias editoriais. De nada servem cabeçalhos novos com velhos hábitos. O que faz falta em Portugal não são jornais mais bonitos. O que faz falta - muita falta - são jornais melhores.
terça-feira, agosto 29, 2006
Cada vez gosto menos de "socialistas"
Isto porque quando pela primeira vez haverá espectáculo no estádio municipal de Aveiro e o PS de Aveiro, pela voz de Raul Martins, decidiu considerar tal espectáculo uma vergonha. Ora de certeza que a menina não terá assim tanta vergonha, logo por que raio vai o rapaz (o Raulzito) considerar uma vergonha, salvo a excepção de a stripper ser a Manuela Ferreira Leite...não vejo razões para grandes alaridos.
Isto é ainda pior porque a manifestação deste "socialista" de bolso é feita pela vertente do conservadorismo, repare-se que ele está preocupado com a imagem dos aveirenses:
«A EMA, que até é presidida por um democrata-cristão [vereador Jorge Greno], está a conseguir pôr os aveirenses no ridículo»
Ou seja não o preocupa uma putativa subalternização da imagem feminina, por reduzir a mulher ao seu corpo, apenas o preocupa a imagem dos aveirenses...
Aquilo que de facto é lamentável é que um belo espectáculo como o "strip tease" esteja englobado num espectáculo deprimente e degradante como é o "tunning", isso sim devia ser motivo de preocupação. Além disso degradante é algumas vezes ver o Beira-Mar a jogar, isso sim, claramente este espectáculo vinha valorizar e dignificar o estádio.
Raul Martins estranha também que um democrata cristão deixe isto acontecer, não percebo a estranheza, toda a gente sabe as boas relações entre o "strip tease" e a igreja, aliás veja-se no exemplo abaixo:

P.S. Não considero a apreciação do corpo feminino uma forma de subalternização da mulher, apenas considero que a exclusiva preocupação com esse, e somente esse, aspecto é redutor e degradante no sentido em que visa a mulher como objecto. O espectáculo de "strip tease" é um evento em que não existe a restrição da liberdade de nenhuma das partes, se falarmos disso no contexto da imigração e prostituição, aí a estória é outra...
Isto é ainda pior porque a manifestação deste "socialista" de bolso é feita pela vertente do conservadorismo, repare-se que ele está preocupado com a imagem dos aveirenses:
«A EMA, que até é presidida por um democrata-cristão [vereador Jorge Greno], está a conseguir pôr os aveirenses no ridículo»
Ou seja não o preocupa uma putativa subalternização da imagem feminina, por reduzir a mulher ao seu corpo, apenas o preocupa a imagem dos aveirenses...
Aquilo que de facto é lamentável é que um belo espectáculo como o "strip tease" esteja englobado num espectáculo deprimente e degradante como é o "tunning", isso sim devia ser motivo de preocupação. Além disso degradante é algumas vezes ver o Beira-Mar a jogar, isso sim, claramente este espectáculo vinha valorizar e dignificar o estádio.
Raul Martins estranha também que um democrata cristão deixe isto acontecer, não percebo a estranheza, toda a gente sabe as boas relações entre o "strip tease" e a igreja, aliás veja-se no exemplo abaixo:
P.S. Não considero a apreciação do corpo feminino uma forma de subalternização da mulher, apenas considero que a exclusiva preocupação com esse, e somente esse, aspecto é redutor e degradante no sentido em que visa a mulher como objecto. O espectáculo de "strip tease" é um evento em que não existe a restrição da liberdade de nenhuma das partes, se falarmos disso no contexto da imigração e prostituição, aí a estória é outra...
segunda-feira, agosto 28, 2006
Depois da tempestade...
...vem a bonança! E depois do desaire da selecção francesa no último Mundial, eis que Jamel Debbouze se propõe a treinar os bleus.
Gostei dos critérios de escolha!!! Talvez um dia o vejamos a substituir o Scolari!
Gostei dos critérios de escolha!!! Talvez um dia o vejamos a substituir o Scolari!
segunda-feira, agosto 21, 2006
domingo, agosto 20, 2006
Hmm! Já cheira!
Fui ontem ao cinema e vim de lá todo contentito! Não que o filme tenha sido bom (Separados de Fresco) mas porque fiquei a saber que o livro da imagem vai ter um filme!Para quem (como eu) ainda não sabia disto, deixo-vos com o TEASER:
com o TRAILER completo (em alemão):
com o site oficial do filme
com o link do IMDB
E AINDA com o poster do filme!

(mal posso esperar até ao Natal!)
quinta-feira, agosto 17, 2006
Vive la Resistance!
Pois é, estamos de volta...
As férias acabaram, a equipa desmembrou-se (mas continua unida) e o país e o mundo continuam (quase) na mesma! Por isso, resolvi postar aqui a letra da música que podeis descarregar AQUI.
A banda já não existe (separaram-se em Fevereiro deste ano) e o site oficial foi desactivado. Digo-vos apenas que são uns funkáticos sevilhanos!!!
Vivimos tiempos perros(x2)
...en un mundo desquiciado...muchos pasan hambre
algunos se j´inchan a videojuegos...y mientras corre la sangre
en un mundo dividido..por la religión...entre ricos y pobres
¿existe una solución?
Vivimos tiempos perros(x2)
...sed de venganza...orgullo herido
ojo por ojo-diente por diente...el odio acabará con la gente
tragedia humana es tragedia hermana
y no más muertes...cueste lo que cueste
Vivimos tiempos perros(x4)
Cuando crece el odio pierdes la razón
vives el agobio sed de destrucción
...caer en la propaganda sin pensar por uno mismo
es dejarse llevar por cualquier fanatismo
te hacen creer en un falso destino
sigue tu propia ilusión...tu propio camino
Vivimos tiempos perros (x4)
Cuando crece el odio pierdes la razón
vives el agobio sed de destrucción
Vivimos tiempos perros-tiempos muertos
un mundo loco y sigue siendo nuestro
tiempos perros-tiempos muertos
un mundo loco y sigue siendo vuestro
tiempos perros-tiempos muertos
un mundo desquiciao´.....
Cuando crece el odio pierdes la razón
vives el agobio sed de destrucción
Vivimos tiempos perros
Vivimos tiempos perros(x2)
As férias acabaram, a equipa desmembrou-se (mas continua unida) e o país e o mundo continuam (quase) na mesma! Por isso, resolvi postar aqui a letra da música que podeis descarregar AQUI.
A banda já não existe (separaram-se em Fevereiro deste ano) e o site oficial foi desactivado. Digo-vos apenas que são uns funkáticos sevilhanos!!!
Vivimos tiempos perros(x2)...en un mundo desquiciado...muchos pasan hambre
algunos se j´inchan a videojuegos...y mientras corre la sangre
en un mundo dividido..por la religión...entre ricos y pobres
¿existe una solución?
Vivimos tiempos perros(x2)
...sed de venganza...orgullo herido
ojo por ojo-diente por diente...el odio acabará con la gente
tragedia humana es tragedia hermana
y no más muertes...cueste lo que cueste
Vivimos tiempos perros(x4)
Cuando crece el odio pierdes la razón
vives el agobio sed de destrucción
...caer en la propaganda sin pensar por uno mismo
es dejarse llevar por cualquier fanatismo
te hacen creer en un falso destino
sigue tu propia ilusión...tu propio camino
Vivimos tiempos perros (x4)
Cuando crece el odio pierdes la razón
vives el agobio sed de destrucción
Vivimos tiempos perros-tiempos muertos
un mundo loco y sigue siendo nuestro
tiempos perros-tiempos muertos
un mundo loco y sigue siendo vuestro
tiempos perros-tiempos muertos
un mundo desquiciao´.....
Cuando crece el odio pierdes la razón
vives el agobio sed de destrucción
Vivimos tiempos perros
Vivimos tiempos perros(x2)
Regresso
A equipa do Coexistência ficou desfalcada, o Pedro e a Joana desistiram...sim eu sei eles são uns fracos, mas na natureza é mesmo assim os fracos ficam para trás...eheheh
De resto verifico que a minha presença em terras lusas em nada é prejudicial ao destino deste mesmo país, visto que estive ausente e as coisas continuam tão "boas" quanto estavam, ou seja continua o pasquim de sempre.
Sócrates não acha necessário justificar os putativos (putativos mas que toda gente sabe que existem) voos ilegais ao Parlamento Europeu, parece que apenas visa responder à Assembleia da República, agora só falta saber como vai reagir quando questionado na AR. É claro que não deve fazer intenção de clarificar nada, caso contrário Sócrates além de neoliberal seria muito burro (sim, eu sei, são coisas parecidas mas não são iguais), porque se se recusa a clarificar ao PE e o fará na AR está a ser burro porque está a criar anticorpos sendo que depois o PE obviamente saberá essas informações através da AR, portanto este governo não deverá fazer intenção de clarificar nada, nem na AR como aliás já se esquivou anteriormente.
Aconselho dogmáticos mais susceptíveis/sensíveis a não ler esta notícia.
Portugal continua com liberais de "trazer por casa"
Como se vê os empregadores priveligiam a formação académica.
De resto verifico que a minha presença em terras lusas em nada é prejudicial ao destino deste mesmo país, visto que estive ausente e as coisas continuam tão "boas" quanto estavam, ou seja continua o pasquim de sempre.
Sócrates não acha necessário justificar os putativos (putativos mas que toda gente sabe que existem) voos ilegais ao Parlamento Europeu, parece que apenas visa responder à Assembleia da República, agora só falta saber como vai reagir quando questionado na AR. É claro que não deve fazer intenção de clarificar nada, caso contrário Sócrates além de neoliberal seria muito burro (sim, eu sei, são coisas parecidas mas não são iguais), porque se se recusa a clarificar ao PE e o fará na AR está a ser burro porque está a criar anticorpos sendo que depois o PE obviamente saberá essas informações através da AR, portanto este governo não deverá fazer intenção de clarificar nada, nem na AR como aliás já se esquivou anteriormente.
Aconselho dogmáticos mais susceptíveis/sensíveis a não ler esta notícia.
Portugal continua com liberais de "trazer por casa"
Como se vê os empregadores priveligiam a formação académica.
quinta-feira, julho 27, 2006
Vamos a banhos!
terça-feira, julho 25, 2006
Canhotos que jogam à direita
Sobre este post tenho o seguinte a dizer:
Nunca desvalorizem o poder da amizade/partidarite, ela pode eventualmente levar-nos a pôr em risco o nosso património intelectual.
Quatro "verdadinhas" a começar para aquecer a audiência, chegamos ao ponto cinco e começamos a sentir o cheirinho a partidarite. Isto porque PP tem património intelectual de sobra para analisar com muito mais profundidade esta questão, mas não pode, valores mais altos se erguem...
Por exemplo, PP poderia analisar as justificações e admitir que o argumento da diferença entre currículos é perfeitamente bacoco e serve principalmente para demarcar a diferença entre outros exames que se poderiam repetir dentro desta mesma lógica. Repare-se que se não fosse a simultaneidade de currículos estaríamos a falar do mesmo argumento, ou seja PP apenas nos apresentaria o argumento de diferenças entre anos sucessivos, não tendo assim este segundo elemento no qual justifica a excepção dentro da excepção.
A volatilidade deste segundo argumento assenta no facto de situações semelhantes já terem ocorrido, com a excepção de serem separadas por um ano. Ou seja o tempo representa um factor importante e discriminatório, e porquê? Isso nem a própria Ministra sabe, esta apenas sabia que tinha de arranjar um argumento que não fosse aplicável a outros exames.
Chegamos ao ponto seis e temos demagogia em "bold", repare-se que PP, ao utilizar o "bold", parece fazer questão de dizer que está ali um bom/vital argumento para ler, apesar de bem elaborado e ardiloso, não passa disso mesmo, um argumento elaborado e ardiloso que molda a realidade à volta do argumento em si e não o argumento à volta da realidade.
<"E os resultados da primeira fase sugerem que essa vantagem poderá ser decisiva."
Bravo bom argumento, mas essa "sugestão" só poderia ser verídica se comparada com os resultados dos exames da segunda fase deste ano, mas o ME nem sequer precisou fazer esses estudos comparativos, criou a tal excepção mesmo antes de ter essa matéria de estudo. Ou seja elaborou o relatório sobre uma experiência sem mexer num sequer tubo de ensaio, bravo isso é...bruxaria???
Ou seja pelo facto dos resultados da primeira fase serem maus, não podemos inferir que seria a prova modelo o factor decisivo, isto sem previamente termos elementos de comparação, mas como isso agora constitui um bom argumento quem é que se preocupa com gráficos e rigor...isso é coisa de outros tempos.
E assim escamoteamos a responsabilidade do ME que seria antever esta situação. E como evitaria tal situação? Criando, sim isso mesmo criando, uma prova modelo que se justificava como forma de permitir aos alunos do currículo novo que fossem à primeira fase ter um modelo que servisse de auxílio ao estudo.
Ainda mais grave do que a injustiça de apenas aquelas disciplinas serem repetidas, reside no facto de haver alunos de Química e Física que indo à segunda fase podem concorrer à primeira fase de candidatura, enquanto alunos das mesmas disciplinas que apenas tenham ido à segunda fase poderão apenas ir à segunda fase de candidatura. Este dado revela a verdadeira intenção desta medida, porque a ser justo todos alunos que fossem á segunda fase de exames concorreriam à segunda fase de ingresso que no fundo são as vagas que sobram.
(Esta parte a vermelho não corresponde à situação verídica, é um dado errado)
Repare-se também que o sexto argumento esbate no segundo, isto porque:
"Qualquer aluno pode melhorar na segunda fase a nota obtida na primeira, contando essa melhoria para a média da nota de conclusão do secundário."
Ora se qualquer aluno pode ir à segunda fase como é que os da segunda fase têm essa tal vantagem de ter o exame da 1ª fase como modelo. PP ainda tenta atirar areia para os olhos: "os alunos que tivessem optado por ir apenas à segunda fase tinham, em abstracto, uma enorme vantagem: seriam os únicos que conheceriam o equivalente a uma prova-tipo"
Mas é óbvio que isto é falso, podendo os alunos que foram à primeira fase ir à segunda essa vantagem esfuma-se mais depressa que o Durão Barroso para Bruxelas (ok, talvez seja uma hiperbolização, Durão foi deveras mais rápido). PP terá feito uma concepção tão em abstracto que na realidade é falsa, não existe de facto uma verdadeira vantagem dos alunos na segunda fase visto que todos podem ir à segunda fase, este argumento só seria verdadeiro se o segundo ponto fosse falso.
Em relação ao ponto nove parece-me bastante óbvio quais seriam as soluções, temos de ter em conta é qual seria o argumento:
Para o argumento:
- dos diferentes currículos concorrerem em simultâneo exigia-se uma actuação prévia em que no mesmo ano só concorresse um currículo, repare-se que os exame de matemática tem currículos diferentes e não foi repetido por serem semelhantes. Ora se houve a competência para discernir que os programas eram idênticos e tal não constituía nenhuma desvantagem para qualquer dos currículos, também teria de haver necessariamente a competência para discernir que os currículos de química e física eram manifestamente diferentes e, como tal, e independentemente dos resultados, ter previamente feito os ajustes. Esse ajuste era simples, obrigar o aluno do antigo currículo a frequentar as aulas do novo currículo para anular qualquer vantagem competitiva, isto acontece nas universidades, se o aluno se atrasa numa cadeira e essa cadeira é reformulada então o aluno frequenta a cadeira nos novos moldes. Não é que o pessoal do ISCTE não se lembrou dessa…
-da prova modelo bastava formular uma, caso isso fosse um grande abalo para os cofres do estado convém lembrar que não existe desvantagens competitivas desse facto, isto porque a dualidade de currículos seria anulada com a simples medida que referi acima e porque a vantagem dos alunos da segunda fase não existe, visto que todos os alunos podem ir à segunda fase.
-do insucesso relativo aos anos anteriores, isso não é dado novo, portanto é já de si um argumento inválido, além do mais isso não justifica a criação de mecanismos ainda mais injustos. Sendo claro que como solução para estes problemas seria sempre incompatível com a excepcionalidade associada a estas medidas.
O ponto 11 confirma uma certa relação entre o uso do “bold” e a demagogia, sendo que este ponto é bomba demagógica.
Nunca desvalorizem o poder da amizade/partidarite, ela pode eventualmente levar-nos a pôr em risco o nosso património intelectual.
Quatro "verdadinhas" a começar para aquecer a audiência, chegamos ao ponto cinco e começamos a sentir o cheirinho a partidarite. Isto porque PP tem património intelectual de sobra para analisar com muito mais profundidade esta questão, mas não pode, valores mais altos se erguem...
Por exemplo, PP poderia analisar as justificações e admitir que o argumento da diferença entre currículos é perfeitamente bacoco e serve principalmente para demarcar a diferença entre outros exames que se poderiam repetir dentro desta mesma lógica. Repare-se que se não fosse a simultaneidade de currículos estaríamos a falar do mesmo argumento, ou seja PP apenas nos apresentaria o argumento de diferenças entre anos sucessivos, não tendo assim este segundo elemento no qual justifica a excepção dentro da excepção.
A volatilidade deste segundo argumento assenta no facto de situações semelhantes já terem ocorrido, com a excepção de serem separadas por um ano. Ou seja o tempo representa um factor importante e discriminatório, e porquê? Isso nem a própria Ministra sabe, esta apenas sabia que tinha de arranjar um argumento que não fosse aplicável a outros exames.
Chegamos ao ponto seis e temos demagogia em "bold", repare-se que PP, ao utilizar o "bold", parece fazer questão de dizer que está ali um bom/vital argumento para ler, apesar de bem elaborado e ardiloso, não passa disso mesmo, um argumento elaborado e ardiloso que molda a realidade à volta do argumento em si e não o argumento à volta da realidade.
<"E os resultados da primeira fase sugerem que essa vantagem poderá ser decisiva."
Bravo bom argumento, mas essa "sugestão" só poderia ser verídica se comparada com os resultados dos exames da segunda fase deste ano, mas o ME nem sequer precisou fazer esses estudos comparativos, criou a tal excepção mesmo antes de ter essa matéria de estudo. Ou seja elaborou o relatório sobre uma experiência sem mexer num sequer tubo de ensaio, bravo isso é...bruxaria???
Ou seja pelo facto dos resultados da primeira fase serem maus, não podemos inferir que seria a prova modelo o factor decisivo, isto sem previamente termos elementos de comparação, mas como isso agora constitui um bom argumento quem é que se preocupa com gráficos e rigor...isso é coisa de outros tempos.
E assim escamoteamos a responsabilidade do ME que seria antever esta situação. E como evitaria tal situação? Criando, sim isso mesmo criando, uma prova modelo que se justificava como forma de permitir aos alunos do currículo novo que fossem à primeira fase ter um modelo que servisse de auxílio ao estudo.
Ainda mais grave do que a injustiça de apenas aquelas disciplinas serem repetidas, reside no facto de haver alunos de Química e Física que indo à segunda fase podem concorrer à primeira fase de candidatura, enquanto alunos das mesmas disciplinas que apenas tenham ido à segunda fase poderão apenas ir à segunda fase de candidatura. Este dado revela a verdadeira intenção desta medida, porque a ser justo todos alunos que fossem á segunda fase de exames concorreriam à segunda fase de ingresso que no fundo são as vagas que sobram.
(Esta parte a vermelho não corresponde à situação verídica, é um dado errado)
Repare-se também que o sexto argumento esbate no segundo, isto porque:
"Qualquer aluno pode melhorar na segunda fase a nota obtida na primeira, contando essa melhoria para a média da nota de conclusão do secundário."
Ora se qualquer aluno pode ir à segunda fase como é que os da segunda fase têm essa tal vantagem de ter o exame da 1ª fase como modelo. PP ainda tenta atirar areia para os olhos: "os alunos que tivessem optado por ir apenas à segunda fase tinham, em abstracto, uma enorme vantagem: seriam os únicos que conheceriam o equivalente a uma prova-tipo"
Mas é óbvio que isto é falso, podendo os alunos que foram à primeira fase ir à segunda essa vantagem esfuma-se mais depressa que o Durão Barroso para Bruxelas (ok, talvez seja uma hiperbolização, Durão foi deveras mais rápido). PP terá feito uma concepção tão em abstracto que na realidade é falsa, não existe de facto uma verdadeira vantagem dos alunos na segunda fase visto que todos podem ir à segunda fase, este argumento só seria verdadeiro se o segundo ponto fosse falso.
Em relação ao ponto nove parece-me bastante óbvio quais seriam as soluções, temos de ter em conta é qual seria o argumento:
Para o argumento:
- dos diferentes currículos concorrerem em simultâneo exigia-se uma actuação prévia em que no mesmo ano só concorresse um currículo, repare-se que os exame de matemática tem currículos diferentes e não foi repetido por serem semelhantes. Ora se houve a competência para discernir que os programas eram idênticos e tal não constituía nenhuma desvantagem para qualquer dos currículos, também teria de haver necessariamente a competência para discernir que os currículos de química e física eram manifestamente diferentes e, como tal, e independentemente dos resultados, ter previamente feito os ajustes. Esse ajuste era simples, obrigar o aluno do antigo currículo a frequentar as aulas do novo currículo para anular qualquer vantagem competitiva, isto acontece nas universidades, se o aluno se atrasa numa cadeira e essa cadeira é reformulada então o aluno frequenta a cadeira nos novos moldes. Não é que o pessoal do ISCTE não se lembrou dessa…
-da prova modelo bastava formular uma, caso isso fosse um grande abalo para os cofres do estado convém lembrar que não existe desvantagens competitivas desse facto, isto porque a dualidade de currículos seria anulada com a simples medida que referi acima e porque a vantagem dos alunos da segunda fase não existe, visto que todos os alunos podem ir à segunda fase.
-do insucesso relativo aos anos anteriores, isso não é dado novo, portanto é já de si um argumento inválido, além do mais isso não justifica a criação de mecanismos ainda mais injustos. Sendo claro que como solução para estes problemas seria sempre incompatível com a excepcionalidade associada a estas medidas.
O ponto 11 confirma uma certa relação entre o uso do “bold” e a demagogia, sendo que este ponto é bomba demagógica.
sexta-feira, julho 21, 2006
Está mesmo por todo o lado!
Os créditos deste vídeo vão inteiramente para o Bruno Nogueira que o postou no Corpo Dormente.
Ai sim? Em que planeta?
"Iniciativa" é um programa conduzido por Isabel Angelino e coordenado pelo jornalista Amílcar Malhó. Todos os sábados, ao fim da manhã na 2:, este espaço dedica-se à exposição e debate de temas como o Emprego, a Formação e o Desenvolvimento.Ao longo dos diversos programas são feitas referências a programas que estão directamente relacionados: Vida/Emprego, Acção do INOFOR e Medicina no Trabalho. Uma parceria IEFP/INOFOR.
É esta a informação que se pode ler no site da RTP dedicado ao programa! Mas o mais curioso é que, apesar de os dados virem do IEFP, na última edição deste programa apareceu uma informação extraordinária! Numa caixinha que surgiu no meio de uma peça sobre emprego podia ler-se: "Sabia que, seis meses depois de concluída a licenciatura, a grande maioria dos licenciados já tem um contrato de trabalho sem termo?"
Parafraseando o saudoso Fernando Pessa: "E esta, hein?"
P.S. - se alguém tiver acesso aos estudos que permitiram fazer esta afirmação, façam-mos chegar por favor!
STOP DESTROYING LEBANON
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O blogue contém imagens bastante gráficas, mas acima tudo contém imagens verdadeiras de vítimas inocentes.
FROM ISRAEL TO LEBANON
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